Ponto de Vista

Férias são férias!

Ferias sao ferias

É verão e isso significa apenas uma coisa: férias!

Chegado o verão, ansiamos pelo momento em que finalmente vamos usufruir de um merecido descanso. Começamos por elaborar planos – para onde ir, o que fazer e como entreter os mais pequenos – sem que consigamos, muitas vezes, respostas para estas questões.

Fundamentais para manter uma boa saúde física e mental, as férias são o melhor antídoto contra o stress, tanto para adultos como para crianças. Por isso, criámos um guia com sugestões para uns dias de lazer e introspeção, a dois ou em família. Sem esquecer, claro, as férias escolares.

Ferias escolares

Férias escolares. E agora?

Último dia de aulas e as despedidas agridoces dos colegas fazem prever meses longos. O que significa que dois lados da moeda se opõem. Por um lado, a felicidade das crianças que só pensam em aproveitar ao máximo os dias sem escola. Por outro, uma etapa de suplício para a maioria dos pais que não sabe o que fazer para entreter os filhos em períodos tão amplos de tempo.

A solução? Planificar. Oferta de atividades lúdicas não falta, o que faz com que uma boa planificação seja imprescindível.

Descansar, brincar, aprender

As crianças e os adolescentes precisam de repousar das aulas, dos exames, dos professores, como os adultos. Desconectar da rotina escolar é essencial para ganhar forças, o que possibilita um começo de um novo ano com motivação extra.

Eles adoram os momentos de lazer, sem obrigações e horários, com múltiplas possibilidades de diversão.

Então, o que fazer estas férias? Não há uma fórmula perfeita e adequada a todas as crianças e adolescentes. O plano deve passar por deixar que se divirtam sozinhos, com atividades intencionalmente programadas, que nem sempre implicam supervisão presencial.

Atividades de acordo com as idades e os gostos

  • Férias fora de casa – nem todas as crianças se adaptam à comida ou dormida fora de casa, à disciplina de alguns monitores ou a ambientes totalmente desconhecidos, como por exemplo um acampamento, um campo de férias ou um workshop. Eleger uma destas atividades implica pensar e repensar a questão. Depois de tomada a decisão – sempre tendo em conta a opinião da criança! – o ideal é introduzi-la aos poucos. Se a adaptação for correta, esta pode tornar-se uma das melhores experiências na vida dos mais pequenos, que conseguem de alguma forma alcançar a independência.

Alternativas

  • Passar uns dias com familiares ou amigos pode ser uma opção, já que se trata habitualmente de uma excelente rede de suporte onde deixar as crianças sem preocupações.
  • Se esta não é uma hipótese a ter em conta, sugerem-se os acampamentos urbanos, os programas extraescolares ou os cursos de idiomas nas cidades que compensam o pouco tempo perdido em deslocações.

Em família, ao fim de semana.

Mesmo que umas férias mais longas não sejam possíveis, desfrutar em família de um dia de praia, no campo, na piscina, no cinema ou em visitas culturais são planos que podem ser feitos durante o fim de semana ou em folgas. Acampar por uma noite, construir uma escultura de areia, uma casa na árvore ou uma cidade de Lego, visitar um parque temático, conhecer a cidade, andar de bicicleta, organizar um dia temático ou dar asas a tradições gastronómicas são excelentes opções de atividades em família.

Cinco semanas temáticas alternativas para crianças e adolescentes:

ATL do Zoo, Jardim Zoológico de Lisboa
6 aos 16 anos
Tel. 217 232 960 / pedagogico@zoo.pt

Costa Vicentina em Bicicleta, Lisboa
13 aos 21 anos
Tel. 211 919 259 / info@pranima.org

Oficina nas Férias Escolares de Serralves, Porto
4 aos 12 anos
Tel. 226 156 500 / serralves@serralves.pt

Universidade Júnior, Universidade do Porto
5.º ao 11.º ano
ujr@reit.up.pt

Verão no Campus 2017, Universidade do Minho
9.º ao 12.º ano
Tel. 253 601109 / gcii@reitoria.uminho.pt

Ferias Escolares_Semanas tematicas

O WiZink Extra pode ajudar

Para que as crianças tirem o melhor partido destas férias de verão, vê as vantagens que o WiZink tem para ti:

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Só para mim

Tirar tempo para nós tornou-se tão apetecível como impossível. A azáfama do trabalho, da escola, da família e dos amigos faz com que nem sempre se consiga arranjar tempo para respirar, para termos um momento de introspeção.

Aproveitar os meses de verão para tempo de qualidade no singular pode tornar-se complicado, por não querermos desperdiçar essa oportunidade de o usufruir com quem nos é mais próximo. Não te sintas mal: contrariar a tendência não nos torna egoístas ou ingratos. Pelo contrário: é preciso saber estar só, para se aproveitar o facto de se estar acompanhado.

Uma viagem para um destino longínquo pode ser a oportunidade perfeita para se evadir da azáfama do quotidiano, aproveitando o momento para se explorar todo um novo mundo que há para conhecer. Há imensos países recomendados para se viajar sozinho, mas cabe a cada um escolher aquele que mais se adapta à sua personalidade, ao que quer conhecer e de que forma quer desfrutar da viagem. Se muitos escolhem uma viagem cultural – para absorver todo o estilo e a História do país para onde vão – outros há que, quando viajam sozinhos, escolhem aliar a sua decisão a uma componente solidária, rumando para países mais carenciados, geralmente em África ou na Ásia, para experiências de voluntariado.

O importante numa viagem a sós é, em grande parte, a preparação que a antecede. Procurar todas as informações sobre o país para onde vais, em termos culturais, religiosos, políticos e económicos, pode ser precioso para evitares contratempos na chegada. É importante saber qual a moeda em circulação do destino, para que se consiga levar dinheiro de Portugal, pelo menos, para os primeiros momentos em território estrangeiro.

Verificar se o passaporte e a vacinação estão em dia são também dois dos requisitos básicos antes de se iniciar viagem, para evitar o barramento em algum aeroporto e, obviamente para salvaguardar a saúde.

O importante será ter sempre a noção de que viajar sozinho não é estar sozinho e que quando prescindimos de companhia na partida temos muito mais predisposição para conhecermos pessoas no local.

É tempo de ferias

Dois é bom

Passar tempo em casal chega a ser subestimado enquanto acontece. Só quando a rotina se instala, o trabalho se multiplica e os filhos vão crescendo é que valorizamos o tempo de qualidade a dois que tínhamos anteriormente.

É normal querer aproveitar a fase de crescimento dos filhos para os levar para todo o lado e dar-lhes a conhecer melhor o mundo. Mas os momentos a dois também não devem ficar esquecidos até que eles atinjam a idade adulta.

Este verão, pega na tua cara-metade e parte à aventura, quer seja apenas por umas horas ou por vários dias. É necessário encontrar um equilíbrio entre aquilo que é o desejo fugaz de fugir e as saudades que se poderão vir a sentir, para não corrermos o risco de encurtar a estadia ou desistir ainda antes da partida.

Recomeçar a vida em casal de uma forma gradual é meio caminho andado para que se consiga aproveitar todos os momentos. Um exemplo fácil para recuperar a rotina a dois poderá passar por sair apenas para jantar fora ou para uma massagem a dois.

A partir daqui, o céu é o limite e cada um pode adaptar as suas necessidades de tempo a dois com as da presença na vida dos filhos. Tentar sair em par, nem que por apenas um fim de semana, pode fazer maravilhas na harmonia familiar e no descanso dos pais.

Para quem quer passar tempo de qualidade a sós, mas ainda assim ter os seus rebentos por perto, talvez a melhor opção passe por escolher um resort com espaços exclusivamente dedicados a crianças, que terão atividades pensadas para si, sob supervisão, e onde se poderão conjugar atividades em família com momentos a dois.

A três… ou mais

Escolher o que fazer em família nem sempre é fácil. Conjugar os gostos de cada elemento, o orçamento familiar e as muitas opções que há no verão faz com que passemos mais tempo a pensar naquilo que devemos escolher, em vez de, efetivamente o aproveitarmos.

O truque passa por perceber, primeiro, quanto dinheiro há disponível para gastar no verão. Não adianta sonhar com os miúdos a correr na areia fina, com os pés em água quase transparente, se depois a carteira não permite ir para um destino paradisíaco.

Se, com as contas feitas, o orçamento é favorável a umas férias de luxo – quer seja em Portugal ou no estrangeiro – o melhor será optar por um hotel com serviços como spa, ginásio, piscina e zona infantil. A monotonia não se instala no seio familiar e todos podem desfrutar do descanso, mas também da diversão.

Umas férias extraordinárias podem também ser conseguidas dentro das fronteiras portuguesas. Pegar nos miúdos e fazer uma roadtrip à antiga, mas com a tecnologia e o conforto que são agora possíveis, pode tornar-se a recordação de umas férias de sonho que os filhos vão guardar até serem adultos. O primeiro passo é escolher quais as cidades que não podem faltar neste roteiro turístico. Viajar em família implica normalmente a logística de quartos para mais de duas pessoas, pelo que será vantajoso que se faça a reserva de antemão, para não se correr o risco de não haver espaço para todos na hora do check-in.

Depois de o plano estar traçado e de as reservas estarem feitas, é importante perceber se o veículo que nos pertence está tão preparado para aventuras como nós. Se não tivermos a certeza, e para não arriscarmos surpresas a meio da viagem, talvez seja mais seguro alugar um automóvel. O básico está definido? Então agora é deixar o resto nas mãos do destino e explorar tudo o que o verão tem para oferecer. Portanto, só resta preparar a mala, atestar o depósito… e partir.

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Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Querida, vamos arrendar a casa a turistas?

O alojamento local (aka arrendamento turístico) está na moda em Portugal e vem de mãos dadas com o boom de turistas que assalta o país.

Vamos imaginar este cenário: recebeu um imóvel de herança ou tem uma segunda habitação (seja uma casa de férias que usa periodicamente ou outra habitação que esteja livre) e quer rentabilizar esse espaço, de forma a receber um rendimento extra. O que pode fazer? Arrendar a casa a turistas. É um negócio rentável e Portugal apresenta-se cada vez mais como um spot turístico. Dois fatores importantes que vão deixá-lo a pensar no assunto.
O interesse pelo nosso país cresce a olhos vistos. Em 2016, Portugal recebeu 11,4 milhões de hóspedes estrangeiros, um número que supera o total da população do país (10,5 milhões). Os números relacionados com as dormidas em território nacional também batem recordes: 53,5 milhões (das quais três milhões aconteceram fora da época alta).
O Algarve, com 18,1 milhões de dormidas, destaca-se entre as regiões turísticas do país. Além desta e das outras regiões principais – Lisboa e Madeira –, registaram-se também subidas, face a 2015, nos Açores (21%), no Norte (13%) e no Alentejo (11%).
Resumindo: a atividade turística em Portugal está em crescimento em todo o território.

Hóspedes procuram alojamento alternativo

Dados do Banco de Portugal e INE mostram que este é, considerando as contas de 2016, o setor exportador mais importante do país. Também os últimos dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) revelam que Portugal foi, no ano passado, o segundo país que mais viu o turismo contribuir para o Produto Interno Bruto (PIB), em cerca de 9%.
Para este ano espera-se um crescimento ainda maior. Mais não seja pela eleição do Porto como melhor destino turístico da Europa, pela Best European Destinations (vale a pena ver o vídeo de candidatura da Invicta!), a juntar aos muitos artigos internacionais que colocam o nosso país nos lugares cimeiros de rankings direcionados para o turismo.
Com este crescente interesse, aumenta também a procura de alternativas no alojamento. Por alternativas entenda-se o alojamento local, modalidade que conquista pela autenticidade e comodidade – em detrimento dos serviços oferecidos pelo alojamento hoteleiro – e que tem na Internet o melhor companheiro de negócio.
As vantagens deste tipo de arrendamento turístico servem para os dois lados: o do proprietário e o do turista. A ideia é que qualquer pessoa que possua um imóvel possa tirar rentabilidade do mesmo, através do arrendamento a terceiros. Ao mesmo tempo, quem arrenda usufrui de uma experiência de viagem personalizada, intimista e a preços convidativos.

GPS Financeiro

O que são alojamentos locais?

Consideram-se estabelecimentos de alojamento local aqueles que prestam serviços de alojamento temporário a turistas, implicando remuneração, e que reúnam os requisitos previstos (de que vamos falar mais à frente). Há três modalidades a considerar: moradia, apartamento e estabelecimento de hospedagem.
Segundo o Decreto-lei n.º 128/2014, 29/08, na moradia, a unidade de alojamento é o edifício autónomo, de caráter familiar; no apartamento, é uma fração autónoma de edifício ou parte de prédio urbano suscetível de utilização independente; e, no estabelecimento de hospedagem, as unidades de alojamento são os quartos.
Importante! Mesmo que apenas arrende um quarto de um imóvel, este é considerado alojamento local. Porque presta um serviço de alojamento temporário mediante remuneração. Por esse motivo, deve registar o mesmo como estabelecimento de alojamento local na modalidade de estabelecimento de hospedagem.
O mesmo para uma casa de férias com contrato de arrendamento temporário. Aqui existem dois formatos considerados: um imóvel arrendado para férias através de um contrato de arrendamento urbano não é considerado exploração de alojamento local, porque existe apenas uma mera locação de bens imóveis. Mas, no caso de haver prestação de serviços complementares de alojamento – limpeza, receção e/ou serviços de apoio –, aproximando-se assim de uma prestação realizada numa atividade hoteleira, já se aplica a designação de estabelecimento de alojamento local.
E um hostel? É também um estabelecimento de hospedagem, cuja unidade de alojamento predominante é o dormitório (por predominante entende-se que o número de hóspedes em dormitório é superior ao número de hóspedes em quarto). Cada quarto tem de constituir, no mínimo, quatro camas ou camas em beliches.
No caso de um edifício com vários estabelecimentos de alojamento local, cada titular de exploração só pode explorar nove unidades na modalidade de apartamento ou 75% das frações existentes no edifício.
Se a questão for a capacidade máxima para estes estabelecimentos de alojamento local, aqui fica a resposta: com exceção dos hostels, que não têm limite de capacidade, a lotação máxima para os estabelecimentos de hospedagem, moradias e apartamento são de nove quartos e 30 utentes.

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Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Requisitos para arrendar a turistas

Este é um negócio apelativo e lucrativo. Mas há regras a cumprir. Não basta colocar a casa para arrendar!
São regras simples. Isto é, em termos burocráticos não vai encontrar problemas, já que para explorar um estabelecimento de alojamento local precisa de fazer – obrigatoriamente – uma mera comunicação prévia através do Balcão Único Eletrónico (sim, online!) à câmara municipal da zona em que se insere o imóvel. É gratuita.
Não são necessários licenciamentos nem autorizações. Basta apenas esta inscrição no Registo do Alojamento Local (RNAL). A atribuição do número do registo é imediata e a partir daí pode abrir as portas.

Que requisitos devem ser cumpridos?

Primeiro, é preciso obedecer a um conjunto de requisitos gerais:

  • Apresentar condições adequadas de conservação e funcionamento das instalações e equipamentos;
  • Estar ligado à rede pública ou sistema privativo de abastecimento de água;
  • Estar ligado à rede pública de esgotos ou dotados de fossas séticas dimensionadas para a capacidade máxima do estabelecimento;
  • Estar dotados de água corrente e fria.

Deve também haver uma janela com comunicação para o exterior de modo a assegurar as condições de ventilação e arejamento; estar equipado com mobiliário, equipamento e utensílios adequados; dispor de um sistema que permita vedar a entrada de luz exterior; dispor de portas com sistema de segurança que assegure a privacidade dos hóspedes. Não menos importantes são as condições de higiene e limpeza.
Há também outros requisitos a ter em conta. Nomeadamente requisitos mínimos de segurança.
Para alojamentos com capacidade igual ou inferior a 10 hóspedes, é necessário um extintor e uma manta de incêndio, equipamento de primeiros socorros e indicação do número nacional de emergência (112). Recomenda-se, por precaução, a afixação de medidas de prevenção e instruções de segurança.
No caso dos estabelecimentos com capacidade superior a 10 utilizadores, devem ser cumpridas as regras de segurança contra riscos de incêndio.

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Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Hoscars 2017: os melhores são portugueses

Quinze prémios. Portugal é o país mais premiado nos Hoscars 2017 – os galardões anuais da Hostelworld que distinguem os estabelecimentos que cativaram viajantes de todo o mundo. São o último selo de aprovação nesta indústria. Portugal voltou a dar cartas e deixou para trás países como Espanha, Estados Unidos, Austrália e Itália.

Para se inspirar, deixamos os hostels portugueses que durante 2016 conquistaram o mundo:

Home Lisbon Hostel
Melhor Hostel do Mundo de tamanho médio (pela 5.ª vez consecutiva) & 3.º Melhor Hostel da Europa & Hostel Mais Popular de Lisboa
Rua de São Nicolau, Lisboa
Pontuação 9.8 (máximo 10)

Yes! Lisbon Hostel
2.º Melhor Hostel do Mundo de tamanho médio & Melhor Cadeia de Hostels
Rua de São Julião, Lisboa
Pontuação 9.7

Lost Inn Lisboa
3.º Melhor Hostel do Mundo de tamanho médio
Beco dos Apóstolos, Lisboa
Pontuação 9.7

Tattva Design Hostel
10.º Melhor Grande Hostel do Mundo
Rua do Cativo, Porto
Pontuação 9.3

PILOT Design Hostel & Bar
Hostel Mais Popular do Porto
Largo Alberto Pimentel, Porto
Pontuação 9.4

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Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Reabilitação: programas de apoio

Reabilitar está na moda. E traz inúmeras vantagens: melhora a cidade, atrai nova população e permite passar do nulo à oportunidade. Há vários apoios disponíveis para o fazer, através de programas que visam a regeneração de edifícios em mau estado de conservação.

IFRRU 2020

É um instrumento financeiro de apoio à reabilitação e revitalização urbana – incluindo a promoção da eficiência energética na reabilitação de habitação para particulares –, destinado a pessoas singulares ou coletivas, públicas ou privadas, incluindo os condomínios.
São elegíveis os imóveis localizados dentro das Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) definidas pelos municípios, que obedeçam aos seguintes requisitos:

  • Reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a 30 anos ou, no caso de idade inferior, apresentem um nível de conservação igual ou inferior a 2 (níveis de 1 a 5, sendo 1 péssimo e 5 excelente);
  • Reabilitação de espaços e unidades industriais abandonadas com vista à reconversão.

Os edifícios podem posteriormente ser utilizados para habitação própria, atividades económicas ou equipamentos de uso coletivo.

Reabilitar para Arrendar

Este programa financia as operações de reabilitação em edifícios com idade igual ou superior a 30 anos. Após reabilitação estes edifícios devem ser usados para arrendamento habitacional com rendas condicionadas. Podem candidatar-se ao programa qualquer pessoa individual ou coletiva e entidades públicas ou privadas, desde que seja comprovado a qualidade de proprietário do edifício a reabilitar. Estão excluídas do acesso ao programa as heranças indivisas. Pode fazer uma simulação aqui.

Benefícios fiscais à reabilitação

Há uma série de incentivos fiscais aplicáveis às obras de reabilitação ou remodelação. São eles:

  • IVA a 6%;
  • Isenção de IMI, durante três anos;
  • Isenção de IMI, durante cinco anos para prédios nos quais a ação de reabilitação tenha sido iniciada após 1 de janeiro de 2008 e que seja concluída até 31 de dezembro de 2020;
  • Isenção de IMT na aquisição de imóveis a reabilitar, à qual pode acrescer a isenção ou redução de 50% da taxa de ocupação do domínio público (TODP); isenção total da taxa administrativa para obras de comprovada reabilitação; e, isenção de taxa pela realização, manutenção e reforço de infraestruturas urbanísticas (TRIU) em obras de ampliação ou de aproveitamento de sótão para habitação.
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Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Viajar com consciência

Ano novo, vida nova, novas viagens e a oportunidade de assumir uma nova atitude. Pois é, começamos o ano a falar de viagens e marcação de férias.Parece estranho? Nem tanto. Aproveitando o mote da celebração do ano do turismo sustentável, porque não programar já no início do ano a grande viagem de 2017 e usufruir das vantagens de agendar as férias com tempo e preços mais em conta?

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. É um tema importante para o planeta e para a sociedade. O que se ganha quando se opta por viajar, levando na bagagem preocupações sociais, ambientais e económicas? A resposta é simples: todos ganham. Quem viaja usufrui do prazer dessa experiência, quem acolhe beneficia da sua estadia e as próximas gerações ganham a oportunidade de conhecer esse mesmo local, sem que ele seja adulterado, desrespeitado ou desapareça da face da Terra.

A resolução da ONU em declarar 2017 o Ano Internacional do Turismo Sustentável serve para incentivar os turistas a tomar consciência da diversidade e riqueza dos lugares que visitam, bem como da cultura e dos valores das populações que os acolhem. A intenção do turismo sustentável – muitas vezes também designado responsável ou ético – é promover uma melhor compreensão entre os povos e uma maior tolerância face a diferentes culturas, contribuindo para a segurança e a paz.

Esta forma de encarar o turismo assenta em três pilares: económico, social e ambiental. A palavra-chave é equilíbrio entre o povo visitante e o que acolhe. Em suma, turismo sustentável é aquele que promove a criação de negócios, comércio e empregos, mantendo respeito pelas raízes culturais e pelo meio ambiente, preservando tanto as tradições e os estilos de vida como os habitats naturais, sem comprometer o conforto e a segurança dos viajantes.

O turismo na natureza, o turismo rural e o ecoturismo são as formas mais sustentáveis de conhecer o mundo, mas há cada vez mais opções, diferenciadas não só pelo preço, como por outros fatores que devem ser considerados quando se planeia a viagem, como a época do ano e a acessibilidade.


Por sustentável entende-se todo o turismo que:

  • Fomenta o crescimento económico;
  • Reduz a pobreza
  • Prestigia a herança cultural
  • Promove o mútuo entendimento, a paz e a segurança.

Ser um turista responsável

Se escolhe destinos sustentáveis e optar por alojamento com preocupações ambientais e sociais, vá um pouco mais longe.

  • Respeite a cultura, os locais e o meio ambiente;
  • Compre no comércio local, dando justo retorno económico às populações que o acolhem;
  • Reconheça que a água e a energia são recursos preciosos que devemos usar com cuidado;
  • Ajude a proteger a vida selvagem;
  • Colabore na preservação dos seus destinos favoritos para que possa sempre regressar e para que as próximas gerações de viajantes possam usufruir desses locais
  • Assuma responsabilidade pelas suas ações, sem comprometer o prazer de viajar

Marque já o seu destino e poupe

Marque já o seu destino e poupe

Aconselhamos que agende já o seu destino pelo simples motivo de, no início do ano, conseguir marcar as melhores viagens e encontrar as melhores oportunidades de alojamento.

  • Portanto, quanto mais cedo, melhor. De acordo com um estudo recente efetuado pela Skyscanner, um dos principais agregadores de compra de bilhetes de avião e marcação de hotéis em janeiro é o mês ideal para comprar passagens aéreas, podendo chegar a uma poupança de 280 euros por passageiro, comparativamente a outras datas.
  • Se não conseguir com tanta antecedência... Mesmo assim tente sempre adiantar-se ao calendário. Ou seja, não deixe as marcações para a última hora. Marque a sua viagem pelo menos 21 dias antes da data em que pretende partir e, se vai ficar alojado num hotel, faça a reserva três ou quatro semanas antes do dia em que fará check-in.
  • O dia também conta. O mesmo estudo, entretanto divulgado pelo jornal espanhol El País, garante que é ao domingo que se encontram as melhores ofertas, e não à terça-feira, como era defendido em teorias anteriores. Já a sexta-feira é um dia a evitar na busca por uma viagem de sonho. A Skyscanner explica ainda que só por escolher o dia certo da semana para agendar a sua viagem pode poupar cerca de 30 por cento por pessoa, no caso dos destinos europeus, e mais de 20 por cento no caso de eleger destinos mais longínquos, como a Ásia.

Agora que já sabe o que deve fazer, é tempo de começar a pesquisar para programar uma viagem a lugares fantásticos associando o destino ao turismo sustentável. Prepare as malas e conheça os mais perfeitos paraísos da Terra, mas de forma consciente e contribuindo para a sua preservação. O mundo agradece.


Vantagens Barclaycard a ter em consideração na hora de comprar a sua viagem:

  • Na decisão: Parceiros Barclaycard Extra com descontos e outras vantagens, na categoria Viagens e Lazer
  • Na compra: Pagar as compras online com o seu Barclaycard é estar duplamente protegido, com a solução Pay Secure e a cobertura Safe Online
  • No pagamento: Lembre-se de que o Barclaycard tem a funcionalidade Compra Repartida podendo fracionar o pagamento das suas compras de valor igual ou superior a €250, em prestações fixas mensais, entre 6 e 60 meses.

Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

10 destinos que são exemplo de turismo sustentável


10 destinos que são exemplo de turismo sustentável

Se a sustentabilidade está entre as suas resoluções de ano novo, mesmo quando viaja, escolha o seu destino, planifique a sua viagem e parta à descoberta. A diversidade é a maior riqueza e a maior herança que as gerações vindouras podem receber. De acordo com as ambições do turismo responsável, há vários destinos a considerar. Todos os anos, há novas listas que podem ser consultadas de forma detalhada junto de operadores turísticos e agências de viagens, mas há locais que vale a pena conhecer.

HUILO HUILO, Chile
Reserva biológica a meio caminho da região da Patagónia com hotéis construídos em sistema ecofriendly e integrados na paisagem. Os guias são locais – receberam formação – e são as mulheres das comunidades circundantes que fazem as almofadas usadas nos quartos dos turistas, bem como as peças ornamentais das unidades hoteleiras.
https://huilohuilo.com/

DELTA DO OKAVANGO, Botsuana
Este delta não morre no mar. Transforma-se num enorme pantanal, praticamente intocado pelo Homem, lar de muitas espécies ameaçadas, como leões e rinocerontes, que aqui se encontram protegidas.
http://www.botswanatourism.co.bw/destination/okavango-delta

MIDDLEHAM FALLS, Domínica
Este parque botânico possui uma floresta tropical deslumbrante, quedas de água e grutas. Um bom exemplo do cuidado que existe em preservar a vida natural e selvagem da ilha.
http://tourism.gov.dm/

SAL, Cabo Verde
Aposta em estabelecer uma forte ligação entre o desenvolvimento turístico e a redução da pobreza da população local.
https://www.geostar-travel.com/destinos/ilha-do-sal/10902

TRAKAI NATIONAL PARK, Lituânia
Além de ter rígidas políticas de proteção animal, com destaque para os lobos, este país orgulha-se de mais de 20 por cento da sua energia resultar de fontes renováveis.
http://www.trakai-visit.lt/en/trakai

CHITWAN NATIONAL PARK, Nepal
São 932 km quadrados de florestas, pântanos e pastagens protegidos. Um dos melhores lugares para observar a vida selvagem na Ásia.
https://www.lonelyplanet.com/nepal/the-terai-and-mahabharat-range/royal-chitwan-national-park

ETOSHA NATIONAL PARK, Namíbia
A administração trabalha com as comunidades adjacentes para maximizar o turismo, garantindo que elas são beneficiadas.
http://www.etoshanationalpark.org/

SIERRA GORDA, México
Está ao abrigo de um programa pioneiro de reflorestação das montanhas e vales que envolve, diretamente e de forma ativa, os agricultores locais.
http://www.queretaro.travel/explora.aspx?q=6WPOzKlWSuUcUvMtX/A82w==

CASELA NATURE, Maurício
Esta ilha acolhe 650 espécies de plantas, além disso, tem diversas áreas de pesca proibida, parques marinhos e envolve as comunidades locais na preservação dos corais.
http://www.mauritius-guide.net/nature-parks/


Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Conheça alguns hotéis sustentáveis na Europa e E.U.A.

W MIAMI, Estados Unidos
Aposta na separação de lixo nos quartos dos hóspedes, promove a reutilização de roupas de cama e toalhas e toda a equipa tem formação na área da sustentabilidade. Além disso, cerca de 75 por cento das lâmpadas do interior são económicas. Em relação à água, torneiras, duches e sanitas estão equipados com sistemas que evitam desperdícios.

RENAISSANCE PARIS VENDOM, França
Aqui tudo é ético. Há espaço para carregamento de carros elétricos, instalações sanitárias com economia de água, máquinas de lavar e secar roupa económicas e controlo de energia nos quartos dos hóspedes. Um exemplo de dedicação ao meio ambiente.

NH COLLECTION ROMA GIUSTINIANO, Itália Este hotel adota atitudes reconhecidas que promovem a economia de energia, como o controlo de iluminação e de energia nos quartos. Os hóspedes são motivados a descobrir e aproveitar ainda outras ecopráticas adotadas no local.

THE MILESTONE HOTEL, Inglaterra
Entre outras atitudes ecofriendly, o hotel recebe os hóspedes com artigos de higiene pessoal biodegradáveis. O ambiente é requintado, mas estão presentes instalações sanitárias e torneiras pensadas para que haja economia de água.

BUSWELLS HOTEL, Irlanda
Tudo foi pensado para preservar e economizar. As lâmpadas são económicas e as torneiras planeadas para a economia de água. Além disso, a reciclagem é uma preocupação constante neste hotel que se compromete com a reciclagem do óleo de cozinha usado.

Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA

Bons exemplos de turismo sustentável em Portugal

Em Portugal, também existem vários locais que entram no mapa do turismo sustentável. Se procura passar um fim de semana ou uns dias de descanso. Escolhemos algumas propostas, a saber:

Aldeias do Xisto – http://aldeiasdoxisto.pt/
Aldeias Históricas – http://www.aldeiashistoricasdeportugal.com/
Turismo Rural – http://www.turismorural.pt/pt/homepage/
Rede Natura – http://natural.pt/portal

GREEN HOUSE ECO HOSTEL, Peniche
Todo o mobiliário e decoração resultou do aproveitamento de material reciclado, o pão que é servido ao pequeno-almoço é feito em casa e a fruta da época é comprada diretamente aos produtores locais.

ECO SOUND ERICEIRA, Ericeira Serve produtos regionais, inclusive os de uma pequena horta biológica do próprio empreendimento. Os bungalows foram construídos com produtos naturais, como a madeira e o barro. As instalações são aquecidas com energia solar, restos e aparas de madeira.

A TERRA ECO CAMPING, Zambujeira do Mar Todas as tendas e tipis são originais e requintadas. As casas de banho são partilhadas, ao ar livre, com chuveiro. O camping tem um lago de água doce, comodidades para churrascos e acesso wi-fi gratuito.

CASA VALE DA LAMA ECO RESORT, Lagos A temperatura da casa é controlada sem qualquer uso de eletricidade, apenas com luz solar e lenha. O resort tem uma loja no local, com alimentos orgânicos, conservas e artesanato natural, bem como venda de hortaliças orgânicas. Os hóspedes são convidados a participar em atividades da quinta.

Textos, edição e revisão: Cofina Media, SA